sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Impacto Ambiental

Entrevista via-radio cbn notícias, ouvir:
Vazamento de óleo da Chevron pode causar impacto ambiental em nossas praias - CBN

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Talvez o impacto causado pelo recente derramento de óleo na Bacia de Campos não atinja diretamente a nossa vida, mas isso não quer dizer que devemos nos preocupar menos. Muito pelo contrário, a hora de se pronunciar contra a omissão de informação pelo responsável do acidente e má fiscalização no setor petrolífero é agora!

Se pequenos danos causados em "áreas isoladas" forem iguinorados pela fiscalização e pela mídia principalmente, teremos então uma contagem regressiva para o esgotamento dos recursos naturais essênciais para sete bilhões de pessoas no mundo e sua qualidade de vida. O oceano é um dos berços mais importantes para o ser humano, se tudo virar lama como já é realidade em muitas báias e mares nos EUS principalmente, poluído pela exploração desordenada do petróleo.Em breve nos restará uma guerra pela posse de terras produtivas com as poucas nascentes que já na nossa realidade hoje alimentam os rios de pneus e garrafas petes, produtos do petróleo.

E se falando Meio Ambiente o Brasil sofre a cada ano com o aumento do desmatamento nas floresta. A situação atual é a briga pelos ajustes no Novo Código Florestal que se extende por mais um ano, o Projeto volta para o Plenário e agora os ambientalistas terão que convencer a opnião pública de que o projeto precisa se ajustar e vedar as brechas que possam desencadear novos desmatamentos nocivos ao maior e mais importante patrimônio do nosso país, as florestas.

Alguns dos pontos de discussão mais comum no documento diz respeito à recomposição da reserva legal, a área que toda propriedade rural precisa ter de preservação de mata nativa. O tamanho dela varia de 20% a 80% da área total, dependendo da região do país. Com o novo Código Florestal o agricultor que desmatou mais do que o permitido terá que replantar o terreno até ficar com a quantidade de vegetação nativa que havia até 2008. Propriedades com até quatro módulos fiscais, ou seja, com até 440 hectares que são a maioria das propriedades agrícolas do país, ficariam isentas dessa obrigação. O governo federal, no entanto, quer que somente agricultores familiares sejam isentos. O que seria mais do que justo no meu ponto de vista.

O outros contrapontos referem-se à recomposição da vegetação ao redor dos rios considerados pequenos,com até 10 metros de largura. A lei atual (4771/65) diz que são necessários 30 metros de mata em cada margem do rio. O governo quer que os proprietários de terra replantem todos os 30 metros, exceto os produtores familiares.
Fique atento!

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